VOCÊ NÃO
PRECISA
BRIGAR COM
VOCÊ.
Talvez ninguém veja a ansiedade antes de você abrir a geladeira. A pressa ao comer. A sensação de perder o controle. A culpa depois. E a promessa de que amanhã será diferente. Esse ciclo merece ser compreendido — não julgado.
Quero falar sobre o que estou vivendo →Sintomas emocionais e alimentares podem ter diferentes causas. A avaliação individual é necessária para diagnóstico e tratamento.
Mas por dentro,
você está cansada.
Cansada de pensar em comida. De tentar controlar tudo. De se cobrar. De evitar o espelho. De sentir que precisa recomeçar toda segunda-feira. A consulta começa entendendo o que acontece antes, durante e depois desses momentos.
“Quando fico ansiosa, quero comer justamente o que prometi evitar.”
Fome emocional
“Começo e parece que não consigo mais parar.”
Perda de controle merece avaliação.
“Minha cabeça não desliga. A comida parece me acalmar por alguns minutos.”
Ansiedade
“Mesmo quando mudo meu corpo, continuo encontrando algo errado no espelho.”
Autoimagem

O ciclo que
ninguém vê.
Comer pode assumir diferentes funções emocionais. E episódios de compulsão alimentar envolvem perda de controle e sofrimento — não são simplesmente uma questão de “falta de força de vontade”.
Ansiedade não é
só “pensar
demais”.
Preocupação difícil de controlar, irritabilidade, sensação de estar no limite, dificuldade para relaxar, concentração prejudicada e alterações no sono podem fazer parte de quadros ansiosos. Quando isso começa a interferir na rotina, merece atenção clínica.

Às vezes, o espelho
não mostra só o corpo.

A forma como você se enxerga pode afetar roupas, fotos, encontros, alimentação e até a maneira como recebe um elogio. Preocupações intensas com peso, forma corporal e alimentação também podem aparecer em transtornos alimentares e precisam ser avaliadas no contexto de cada pessoa.
O objetivo não é convencer você a “amar tudo”.É construir uma relação menos hostil com a própria imagem e entender quando essa percepção está gerando sofrimento ou alimentando outros ciclos.
ANTES DE
CONTROLAR,
É PRECISO
ENTENDER.
O cuidado começa por uma avaliação ampla. Dependendo do quadro, o plano pode envolver acompanhamento médico, psicoterapia, cuidado nutricional e, quando indicado, tratamento medicamentoso. Não existe uma resposta única para todas as pessoas.
Ouvir
Sem reduzir sua história ao peso ou ao que você come.
Identificar
Entender gatilhos, frequência, sofrimento, ansiedade, sono e relação com o corpo.
Investigar
Diferenciar fome emocional, episódios de compulsão e outros quadros que podem coexistir.
Cuidar
Construir um plano individualizado e acompanhar a evolução.
Dra.
Lindinêz
Cecílio.
Você não precisa chegar sabendo explicar perfeitamente o que sente. Pode começar contando o que acontece quando a ansiedade aumenta, como é sua relação com a comida e o que você sente quando se olha no espelho. A partir daí, a consulta organiza sintomas, contexto e próximos passos.
Médica • Pós-graduação em Psiquiatria
NÃO COM MAIS
COBRANÇA.
COM CUIDADO.
Se ansiedade, comida, culpa e autoimagem estão ocupando espaço demais na sua vida, você pode começar falando sobre isso. A avaliação ajuda a compreender o que está acontecendo e quais caminhos de cuidado fazem sentido para você.
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